O incômodo de roncar, para muitos, não tem solução. Para uns só com cirurgia e para outros, com cirurgia melhor deixar como está, para tormento dos que com o ronco tem que conviver, que não o próprio roncador, porque este por estar dormindo não percebe o quanto ronca e não tem seu sono atrapalhado ou inviabilizado pelo zumbido contínuo e constante a que são submetidos ou torturados seus companheiros e companheiras. De uma forma simples, para ser mais bem compreendido, o roncar é a vibração de membranas no interior da cavidade oral, que pela idade e pelo aumento de gorduras na região, vibram mais ou menos, na entrada ou na saída do ar, principalmente dos respiradores bucais. Com os anos, estas membranas vão se tornando mais flácidas, provocando um aumento da região susceptível de vibrações, fazendo com que o roncar seja cada vez mais intenso e forte. Por ser involuntário é totalmente incontrolável, sendo às vezes, um pouco atenuado com uma mudança de posição de quem está roncando, por alterar a posição dos tecidos que estavam vibrando.
A intervenção do Dentista nestes casos não é solução definitiva, se bem que na maioria dos casos elimina integralmente o zumbido indesejável. Trata-se de colocação de uma placa do tipo das de relaxamento, indicada para pessoas que rangem os dentes enquanto dormem. Estas placas, além de permitirem um sono mais leve, impedem um desgaste dos dentes e, se elaboradas com conhecimento anatômico da região que provoca o ronco, pela suspensão dos tecidos flácidos, impedem sua vibração e, por conseguinte o incômodo de roncar. Uma hipótese que ainda necessita de acompanhamento de muitos casos por muito tempo, é a de que o uso sistemático deste dispositivo, todas as noites, pode ir conformando os tecidos da região flácida, corrigindo seu posicionamento e eliminando a possibilidade de vibração, mesmo sem o uso do aparelho. Talvez não em todos os casos, mas em um bom número, isto poderá acontecer, o que seria um motivo a mais para se continuar estudando esta alternativa de tratamento.
Para os que convivem com o problema, esta é uma grande solução, porque certamente permitirá que voltem a dormir. Para quem ronca, uma tentativa de solução sem cirurgia, sem dor, sem remédios e o que é mais interessante, extremamente acessível por ser barata, fácil e rápida de fazer, além de apresentar resultados imediatos com o simples uso do aparelho. Dá a seu possuidor a liberdade de colocar e tirar quando quiser, o que é uma alternativa importante para aqueles que não roncam sistematicamente e que podem utilizá-lo quando o prejudicado o solicitar. Além de não incomodar, para os que tem vida dinâmica e agitada, justamente os que tem o sono mais pesado e mais predispostos ao roncar, tem uma vantagem adicional ao servirem como placa de relaxamento, evitando assim afrouxamento ou desgaste dos dentes.
Qualquer dúvida, entre em contato
www.odontoparceria.com.br
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Cárie em dentes de leite pode estar ligada a obesidade e más escolhas alimentares
Um estudo com crianças pequenas que estavam tendo os dentes de leite tratados em decorrência de cárie mostrou que 28 % delas tinham percentual de índice de massa muscular acima de 85% – uma indicação de que a criança está acima do peso ou obesa.
Essa porcentagem é mais do que 5 % mais alta do que a média nacional estimada, dizem os pesquisadores. Más escolhas alimentares, incluindo bebidas e sucos de frutas açucarados, estão entre os acusados de contribuir com a obesidade e com a cárie dentária em crianças pequenas.
A cárie dental já é a doença crônica mais comum da infância. De 5% a 10% das crianças pequenas apresentam cárie da primeira infância, de acordo com o relatório Healthy People 2010, e a obesidade infantil mais do que triplicou nos últimos 30 anos – alcançando quase 20% em 2008.
No estudo apresentado em junho no encontro anual da Sociedade de Endocrinologia, Universidade de Buffalo, pesquisadores acompanharam 65 crianças com idades entre 2-5 anos no Hospital de Mulheres e Crianças em Buffalo (WCHB), N.Y. A severidade dos problemas dentais ou outras questões exigiram que as crianças fossem tratadas em sala operatória. Kathleen Bethin, M.D., professora associada de pediatria na Universidade de Buffalo e diretora de endocrinologia pediátrica e diabetes do WCHB liderou o estudo.
Após anestesia, a equipe da dra. Bethin media a circunferência da cintura das crianças e realizava exame de glicemia de jejum. Os pais respondiam a um questionário enquanto os filhos estavam em cirurgia.
Os dados mostram que:
18 das 65 crianças (28%) apresentavam IMC acima de 85. Esse valor poderia ser maior se as crianças não estivessem em jejum, observa dra. Bethin.
A circunferência da cintura comparada com a altura foi significativamente maior nas crianças com sobrepeso e obesas comparadas com as crianças de peso normal.
71% das crianças apresentavam ingestão calórica maior do que as 1.200 calorias por dia normais para a faixa etária.
"Supomos que as más escolhas nutricionais podem ligar a obesidade com a cárie dental em crianças pequenas, mas existem poucos dados publicados associando essas duas questões", diz dra. Bethin. "O propósito de nosso estudo foi obter dados preliminares sobre IMC, ingestão calórica e perfis metabólicos em crianças pequenas com cárie dental". "O ponto principal dos nossos achados é que a má nutrição pode ligar obesidade com cárie dental", ela continua. "Assim, o consultório odontológico pode ser o lugar ideal para educar famílias sobre nutrição e os riscos da obesidade e da cárie dental".
O estudo não encontrou diferenças entre as calorias totais consumidas pelas crianças com sobrepeso e aquelas com peso normal, acrescenta dra. Bethin. "Portanto, o problema não é o excesso de alimentos em si, mas a escolha errada dos alimentos".
Muitos dentistas se preocupam pelo fato de seus pacientes estarem consumindo quantidades recordes de refrigerantes açucarados, sucos de frutas adoçados e lanches não nutritivos que prejudicam os dentes. Esses itens, geralmente, têm pouco ou nenhum valor nutritivo e, com o tempo, os dentes podem pagar o pato.
Padrões de alimentação e escolhas de alimentos entre crianças e adolescentes são fatores importantes que afetam a rapidez com que os mais jovens podem desenvolver cárie dentária. Pessoas que não têm certeza de estarem obtendo os nutrientes, as vitaminas e os minerais corretos devem revisitar a página do Ministério da Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O USDA supervisiona a saúde nutricional do país. As recomendações dietéticas da agência destinam-se a promover a saúde ótima e prevenir doenças relacionadas à obesidade, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e cânceres.
Além de uma dieta saudável, a American Dental Association recomenda que os pacientes limitem o número de lanches entre as refeições (e, se ingerirem lanches, escolham alimentos nutritivos com baixo teor de açúcar); escovem os dentes duas vezes ao dia com creme dental com flúor que tenha o selo de aprovação da ADA; passem fio dental ou usem um limpador interdental diariamente para remover a placa que se forma sob as gengivas e entre os dentes; e agendem consultas regulares com o dentista para exame e limpeza. O momento de falar com o dentista sobre a saúde bucal de um bebê é quando o primeiro dente aparece.
Fonte: Amercan Dental Association
Essa porcentagem é mais do que 5 % mais alta do que a média nacional estimada, dizem os pesquisadores. Más escolhas alimentares, incluindo bebidas e sucos de frutas açucarados, estão entre os acusados de contribuir com a obesidade e com a cárie dentária em crianças pequenas.
A cárie dental já é a doença crônica mais comum da infância. De 5% a 10% das crianças pequenas apresentam cárie da primeira infância, de acordo com o relatório Healthy People 2010, e a obesidade infantil mais do que triplicou nos últimos 30 anos – alcançando quase 20% em 2008.
No estudo apresentado em junho no encontro anual da Sociedade de Endocrinologia, Universidade de Buffalo, pesquisadores acompanharam 65 crianças com idades entre 2-5 anos no Hospital de Mulheres e Crianças em Buffalo (WCHB), N.Y. A severidade dos problemas dentais ou outras questões exigiram que as crianças fossem tratadas em sala operatória. Kathleen Bethin, M.D., professora associada de pediatria na Universidade de Buffalo e diretora de endocrinologia pediátrica e diabetes do WCHB liderou o estudo.
Após anestesia, a equipe da dra. Bethin media a circunferência da cintura das crianças e realizava exame de glicemia de jejum. Os pais respondiam a um questionário enquanto os filhos estavam em cirurgia.
Os dados mostram que:
18 das 65 crianças (28%) apresentavam IMC acima de 85. Esse valor poderia ser maior se as crianças não estivessem em jejum, observa dra. Bethin.
A circunferência da cintura comparada com a altura foi significativamente maior nas crianças com sobrepeso e obesas comparadas com as crianças de peso normal.
71% das crianças apresentavam ingestão calórica maior do que as 1.200 calorias por dia normais para a faixa etária.
"Supomos que as más escolhas nutricionais podem ligar a obesidade com a cárie dental em crianças pequenas, mas existem poucos dados publicados associando essas duas questões", diz dra. Bethin. "O propósito de nosso estudo foi obter dados preliminares sobre IMC, ingestão calórica e perfis metabólicos em crianças pequenas com cárie dental". "O ponto principal dos nossos achados é que a má nutrição pode ligar obesidade com cárie dental", ela continua. "Assim, o consultório odontológico pode ser o lugar ideal para educar famílias sobre nutrição e os riscos da obesidade e da cárie dental".
O estudo não encontrou diferenças entre as calorias totais consumidas pelas crianças com sobrepeso e aquelas com peso normal, acrescenta dra. Bethin. "Portanto, o problema não é o excesso de alimentos em si, mas a escolha errada dos alimentos".
Muitos dentistas se preocupam pelo fato de seus pacientes estarem consumindo quantidades recordes de refrigerantes açucarados, sucos de frutas adoçados e lanches não nutritivos que prejudicam os dentes. Esses itens, geralmente, têm pouco ou nenhum valor nutritivo e, com o tempo, os dentes podem pagar o pato.
Padrões de alimentação e escolhas de alimentos entre crianças e adolescentes são fatores importantes que afetam a rapidez com que os mais jovens podem desenvolver cárie dentária. Pessoas que não têm certeza de estarem obtendo os nutrientes, as vitaminas e os minerais corretos devem revisitar a página do Ministério da Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O USDA supervisiona a saúde nutricional do país. As recomendações dietéticas da agência destinam-se a promover a saúde ótima e prevenir doenças relacionadas à obesidade, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e cânceres.
Além de uma dieta saudável, a American Dental Association recomenda que os pacientes limitem o número de lanches entre as refeições (e, se ingerirem lanches, escolham alimentos nutritivos com baixo teor de açúcar); escovem os dentes duas vezes ao dia com creme dental com flúor que tenha o selo de aprovação da ADA; passem fio dental ou usem um limpador interdental diariamente para remover a placa que se forma sob as gengivas e entre os dentes; e agendem consultas regulares com o dentista para exame e limpeza. O momento de falar com o dentista sobre a saúde bucal de um bebê é quando o primeiro dente aparece.
Fonte: Amercan Dental Association
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Acostumar-se às novas dentaduras pode levar tempo
Para pessoas que perderam os dentes em decorrência de cáries ou problemas gengivais, as dentaduras podem restaurar o sorriso e auxiliar nas atividades do dia a dia, como comer e falar. No entanto, acostumar-se ao uso das dentaduras pode exigir um período de adaptação que pode levar meses...
Dentaduras novas podem provocar uma sensação estranha por algumas semanas até você se acostumar com elas. As dentaduras podem parecer frouxas até que os músculos das bochechas e da língua aprendam a mantê-las em posição. Não é incomum surgirem irritações ou feridas. Você pode sentir que o fluxo salivar aumenta temporariamente. Conforme sua boca se acostuma às dentaduras, esses problemas devem diminuir. Uma ou mais consultas de acompanhamento e ajustes geralmente são necessárias após a instalação de uma dentadura. Se qualquer problema persistir, particularmente irritação ou ferimentos, não deixe de consultar-nos.
Alimentar-se exigirá um pouco de prática. Comece com alimentos moles cortados em pedaços pequenos. Mastigue lentamente usando os dois lados da boca ao mesmo tempo para evitar que as dentaduras se desloquem. Conforme se acostumar a mastigar, acrescente outros alimentos até retomar a dieta normal. Continue a mastigar os alimentos usando os dois lados da boca ao mesmo tempo. Tome cuidado com alimentos quentes ou duros e ossos ou cascas com pontas afiadas.
Pronunciar certas palavras pode exigir prática. Ler em voz alta e repetir palavras complicadas pode ajudar. Se suas dentaduras fizerem barulho enquanto você fala, fale mais devagar. Você pode sentir as dentaduras ocasionalmente escorregarem ao rir, tossir ou sorrir. Reposicione as dentaduras mordendo delicadamente e engolindo. Se algum problema de fala persistir, consulte-nos.
Abraços
Equipe Odonto Parceria
Dentaduras novas podem provocar uma sensação estranha por algumas semanas até você se acostumar com elas. As dentaduras podem parecer frouxas até que os músculos das bochechas e da língua aprendam a mantê-las em posição. Não é incomum surgirem irritações ou feridas. Você pode sentir que o fluxo salivar aumenta temporariamente. Conforme sua boca se acostuma às dentaduras, esses problemas devem diminuir. Uma ou mais consultas de acompanhamento e ajustes geralmente são necessárias após a instalação de uma dentadura. Se qualquer problema persistir, particularmente irritação ou ferimentos, não deixe de consultar-nos.
Alimentar-se exigirá um pouco de prática. Comece com alimentos moles cortados em pedaços pequenos. Mastigue lentamente usando os dois lados da boca ao mesmo tempo para evitar que as dentaduras se desloquem. Conforme se acostumar a mastigar, acrescente outros alimentos até retomar a dieta normal. Continue a mastigar os alimentos usando os dois lados da boca ao mesmo tempo. Tome cuidado com alimentos quentes ou duros e ossos ou cascas com pontas afiadas.
Pronunciar certas palavras pode exigir prática. Ler em voz alta e repetir palavras complicadas pode ajudar. Se suas dentaduras fizerem barulho enquanto você fala, fale mais devagar. Você pode sentir as dentaduras ocasionalmente escorregarem ao rir, tossir ou sorrir. Reposicione as dentaduras mordendo delicadamente e engolindo. Se algum problema de fala persistir, consulte-nos.
Abraços
Equipe Odonto Parceria
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Para perder a barriga
Antigamente dizia-se que era preciso mastigar muito. Hoje o conceito mais aceito é que se deve mastigar bem. A diferença entre uma e outra situação está na definição de quantidade e qualidade, que caracteriza a eficiência mastigatória. Mastigar muito com menos dentes (pela perda de alguns), com dentes tortos e que por estarem fora do lugar não encaixam bem nos dentes opostos ou não conseguir mastigar na condição ideal por sensibilidade nas gengivas, próteses frouxas e falta de obturações, não resulta em um corte e trituração adequada dos alimentos, colocando em sobrecarga o aparelho digestivo, levando o exercício das suas funções mais tempo, com mais dificuldade. Por outro lado, tendo-se qualidade e eficiência mastigatórias, mastiga-se menos tempo, os alimentos resultam em pedaços significativamente menores, quando não totalmente triturados, deixando para a digestão a função de, através de enzimas, preparar a retirada dos nutrientes necessários à manutenção da vida. Sem sobrecarga, aumento de barriga ou sonolência após as refeições.
O sistema mastigatório é um todo que reúne dentes, língua, maxilares, lábios, bochechas e todos os tecidos envolvidos na função de triturar alimentos, de forma que, em boas condições, trabalhem em conjunto e harmonia, propiciando um mastigar adequado. Um bom Dentista, ao invés de se ater exclusivamente à boa condição dos dentes, as peças principais do sistema, está atento as participações de todos os demais, avaliando suas funções, principalmente no que diz respeito à oclusão e disfunção. Ou seja, estuda e avalia o estado e posição dos dentes, como eles encaixam-se nos opostos e como está cada um dos pontos de corte e trituração dos alimentos. Vê, ainda, que consequências o inadequado funcionamento do sistema pode trazer às suas gengivas ou à sua articulação, que são os pontos que serão prejudicados e poderão acusar sintomas de problemas oclusais. Não basta ter dentes em bom estado, é preciso que eles funcionem bem, nos seus objetivos. Por isso, cada um tem uma forma diferente.
Mastigando melhor, você se sentirá mais disposto, minimiza ou elimina problemas futuros no aparelho digestivo, permitindo que o mesmo atue mais dentro de suas funções, desempenhando-as melhor e com menos esforço. Tendo mais disposição após as refeições você será mais saudável. Inclusive na aparência, porque uma das características de quem mastiga mal é o crescimento da barriga, que não é só consequência de comer muito e sim resultado de esforço fora dos padrões naturais ao órgão. Considere que o outro prazer à mesa é o paladar e que o mesmo é resultado de glândulas que temos na cavidade oral. Assim sendo, quanto mais e melhor você mastigar, estará aproveitando por mais tempo o prazer de comer. Prolongando-o, sem comer mais. Lembre-se que uma razão para se mastigar pouco são problemas relacionados à falta de dentes, principalmente dos posteriores, e a dificuldades de corte e maceração por dentes que precisam ser tratados.
Se você tem uma barriguinha acima do tamanho que deveria ter e não é de abusar sistematicamente à mesa, pergunte ao seu Dentista se esta pode ser em decorrência de mastigação inadequada ou limitações desta por restrições decorrentes de problemas dentários. Pergunte o que pode ser melhorado em sua boca e peça dicas orientativas para uma correta mastigação. Para tratar sua pequena obesidade, você não precisa nenhum outro especialista, porque o seu próprio Dentista lhe orientará bem no como melhorar seu sistema mastigatório e desfrutar melhor de um dos prazeres da vida.
Abraços
Equipe Odonto Parceria
O sistema mastigatório é um todo que reúne dentes, língua, maxilares, lábios, bochechas e todos os tecidos envolvidos na função de triturar alimentos, de forma que, em boas condições, trabalhem em conjunto e harmonia, propiciando um mastigar adequado. Um bom Dentista, ao invés de se ater exclusivamente à boa condição dos dentes, as peças principais do sistema, está atento as participações de todos os demais, avaliando suas funções, principalmente no que diz respeito à oclusão e disfunção. Ou seja, estuda e avalia o estado e posição dos dentes, como eles encaixam-se nos opostos e como está cada um dos pontos de corte e trituração dos alimentos. Vê, ainda, que consequências o inadequado funcionamento do sistema pode trazer às suas gengivas ou à sua articulação, que são os pontos que serão prejudicados e poderão acusar sintomas de problemas oclusais. Não basta ter dentes em bom estado, é preciso que eles funcionem bem, nos seus objetivos. Por isso, cada um tem uma forma diferente.
Mastigando melhor, você se sentirá mais disposto, minimiza ou elimina problemas futuros no aparelho digestivo, permitindo que o mesmo atue mais dentro de suas funções, desempenhando-as melhor e com menos esforço. Tendo mais disposição após as refeições você será mais saudável. Inclusive na aparência, porque uma das características de quem mastiga mal é o crescimento da barriga, que não é só consequência de comer muito e sim resultado de esforço fora dos padrões naturais ao órgão. Considere que o outro prazer à mesa é o paladar e que o mesmo é resultado de glândulas que temos na cavidade oral. Assim sendo, quanto mais e melhor você mastigar, estará aproveitando por mais tempo o prazer de comer. Prolongando-o, sem comer mais. Lembre-se que uma razão para se mastigar pouco são problemas relacionados à falta de dentes, principalmente dos posteriores, e a dificuldades de corte e maceração por dentes que precisam ser tratados.
Se você tem uma barriguinha acima do tamanho que deveria ter e não é de abusar sistematicamente à mesa, pergunte ao seu Dentista se esta pode ser em decorrência de mastigação inadequada ou limitações desta por restrições decorrentes de problemas dentários. Pergunte o que pode ser melhorado em sua boca e peça dicas orientativas para uma correta mastigação. Para tratar sua pequena obesidade, você não precisa nenhum outro especialista, porque o seu próprio Dentista lhe orientará bem no como melhorar seu sistema mastigatório e desfrutar melhor de um dos prazeres da vida.
Abraços
Equipe Odonto Parceria
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Quase 80% dos idosos brasileiros tem menos de 20 dentes
Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP mostrou que metade dos brasileiros entre 35 e 45 anos perdeu ao menos 12 dentes e que cerca de 80% dos idosos do país tem menos de 20 dentes. Segundo o estudo, aproximadamente 35% dos idosos que precisam de dentadura não tem acesso a ela.
A pesquisa analisou dados do levantamento Projeto Saúde Bucal Brasil 2003, publicado pelo Ministério da Saúde em 2004. O levantamento foi feito em 250 municípios de todos os estados brasileiros e abrangeu 13.471 adultos entre 35 e 44 anos e 5.349 idosos entre 65 e 74 anos.
De acordo com o estudo, a média de perda dentária e desdentados totais foi maior em municípios pequenos, estados onde são extraídos mais dentes por habitante e regiões com menor número de dentistas por habitante.
Fonte: Agência USP
Infelizmente, o nosso país ainda peca pela saúde bucal, principalmente nas regiões norte e nordeste do país, onde o número de dentistas é muito pequeno. Espero que o nosso próximo presidente faça mais pela saúde bucal do povo brasileiro
Um abraço
Dr Fábio
A pesquisa analisou dados do levantamento Projeto Saúde Bucal Brasil 2003, publicado pelo Ministério da Saúde em 2004. O levantamento foi feito em 250 municípios de todos os estados brasileiros e abrangeu 13.471 adultos entre 35 e 44 anos e 5.349 idosos entre 65 e 74 anos.
De acordo com o estudo, a média de perda dentária e desdentados totais foi maior em municípios pequenos, estados onde são extraídos mais dentes por habitante e regiões com menor número de dentistas por habitante.
Fonte: Agência USP
Infelizmente, o nosso país ainda peca pela saúde bucal, principalmente nas regiões norte e nordeste do país, onde o número de dentistas é muito pequeno. Espero que o nosso próximo presidente faça mais pela saúde bucal do povo brasileiro
Um abraço
Dr Fábio
Gengivite pode influenciar gravidez
Um estudo americano de duas importantes instituições de ensino indicou que bactérias encontradas nas bocas de gestantes podem contribuir para nascimentos prematuros de bebês. A pesquisa foi publicada na edição de abril do jornal "Infection and Immunity" e divulgada pela Sociedade Americana de microbiologia.
A pesquisa revelou que cerca de 12,7% dos nascimentos dos EUA são prematuros, o que indica um aumento de 36% nos casos nos últimos 25 anos. A infecção intrauterina é a principal causa de nascimentos prematuros e abortos. Durante um longo período, a infecção intrauterina foi associada à bactérias encontradas na vagina das grávidas, contudo, estudos recentes indicam que bactérias achadas na boca podem causar o problema. De acordo com os cientistas, os resultados podem levar a terapias para reduzir a quantidade de bactérias na boca das gestantes, o que pode contribuir para uma gestação mais saudável.
Fonte: Portal Terra
Agora vai o conselho da Odonto Parceria: Se você está pensando ou tentando engravidar, faça uma consulta preventiva e trate de seus dentes e gengivas antes de ficar grávida, pois depois, alguns procedimentos são bastante complicados de serem feitos.
Abraços
Dr. Fábio
A pesquisa revelou que cerca de 12,7% dos nascimentos dos EUA são prematuros, o que indica um aumento de 36% nos casos nos últimos 25 anos. A infecção intrauterina é a principal causa de nascimentos prematuros e abortos. Durante um longo período, a infecção intrauterina foi associada à bactérias encontradas na vagina das grávidas, contudo, estudos recentes indicam que bactérias achadas na boca podem causar o problema. De acordo com os cientistas, os resultados podem levar a terapias para reduzir a quantidade de bactérias na boca das gestantes, o que pode contribuir para uma gestação mais saudável.
Fonte: Portal Terra
Agora vai o conselho da Odonto Parceria: Se você está pensando ou tentando engravidar, faça uma consulta preventiva e trate de seus dentes e gengivas antes de ficar grávida, pois depois, alguns procedimentos são bastante complicados de serem feitos.
Abraços
Dr. Fábio
terça-feira, 29 de junho de 2010
Vídeo sobre Odonto Geriatria
Olá, segue abaixo uma entrevista onde falei sobre a Odontogeriatria
Espero que gostem
Abraços
Dr Fabio
Espero que gostem
Abraços
Dr Fabio
Assinar:
Postagens (Atom)